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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Volto às Postagens


             ... e desejaria estar aí com você, convivendo com o riso e afazeres domésticos daquele que passei a pensar como meu segundo lar. Foi tudo muito bom, em cada sentido da palavra.. E, nesta vida, nada que seja bom, é realmente perdido. Fica fazendo parte de uma pessoa, torna-se parte de seu caráter. Assim, uma parte sua acompanha-me a todo canto. E uma parte minha é sua, para sempre. O meu amor, minha querida...

Ultimamente tenho feito postagens sobre os mais variados assuntos e no máximo a cada dois ou três dias, portanto, há muito tempo não fico por um período tão longo sem postar alguma coisa, -última postagem 4 de julho, acho que eu estou ficando velho-, desta forma, recebi alguns comentários que indagavam sobre tal acontecimento de absoluta falta.

E, ainda, apesar da época ser muito rica para publicações, pois, assuntos mais diversos pululam nas mídias, tenho refletido bastante e escrevo sobre: o policiamento e a liberdade de expressão e outras formas de manifestações castradoras,.... externando o meu forte repúdio a estas ações baratas, injustas  e sobretudo nefastas.

Felizmente, estamos longe do tempo em que se podia impor à sociedade um organismo com a função de julgar o que deve ou não ser escrito, dito ou mostrado. Durante o regime militar, a figura da Dona Solange tornou-se o símbolo tragicômico da censura. Para quem é mais jovem ou não se lembra, Dona Solange foi diretora do Departamento de Censura Federal de 1980 a 1984, já no fim da ditadura.

O modelo da censura era simples: qualquer notícia ou análise contra o governo ou ainda idéias ou fatos que pudessem ser considerados – na visão do tal grupo – perniciosos à pobre e ingênua população deveriam ser previamente limados, e ponto final. No auge do regime militar, a saída dos jornais era publicar espaços vazios, receitas de bolo ou poemas de Camões.

PS: O texto inicial  foi extraido do livro: "Os Catadores de Conchas", já objeto de postagem anterior, se você tem mais de 45 anos e ainda não tomou a decisão de se acalantar na sua leitura, o problema é só seu...risos e bjks Marcão

sábado, 19 de junho de 2010

Tenho sessenta e quatro anos...


“Tenho sessenta e quatro anos e, se devo crer naqueles médicos idiotas , sofri um ataque cardíaco. Ou qualquer coisa assim. Sobrevivi, agora isso ficou para trás, e não falarei mais a respeito, nunca mais. Nem pensarei. Porque estou viva. Posso tocar, ver, ouvir, cheirar, saborear, e cuidar de mim mesma...” Penelope Keeling.

Romance cativante, que fala fundo na alma da gente, conta a história de uma senhora de meia idade que ao sofrer um infarto decide contar aos filhos suas experiências de vida, através de um diário. Penélope, uma mulher vigorosa, com uma vida comum, mas emocionalmente rica, casou-se e teve três filhos, mas não foi feliz em seu casamento, tendo conhecido o amor somente mais tarde, paixão esta que lhe deixou marcas profundas.

É filha de um pintor que lhe deu de presente de casamento o quadro "Os Catadores de Conchas", que descobre, mais tarde, valer uma verdadeira fortuna, com isso fica conhecendo também o lado mesquinho de dois de seus filhos, e decide o que pode fazer de melhor para que tudo o que realmente importa em sua vida não seja destruído. A escritora consegue nos envolver na história de tal forma que nos sentimos presentes em sua casa, 




Os  Catadores de Conchas, Rosamunde Pilcher, foi lançado em 1988, na Inglaterra, e continua como Best Seller. - Pois é, hoje um pouco mais velho, voltei a me deliciar com a sua reeleitura e compreender ainda melhor os seus significados, principalmente nos relacionamentos com os nossos filhos. -Vale a Pena ler de Novo, bjks Marcão 
PS: O texto inicial foi copiado do prólogo do Livro.risos 19 de junho...

sábado, 17 de abril de 2010

Livros / O simbolo perdido

Puta que o Pariu!!! -Acabei de ler, esta envolvente ficção, a trama relata  a Maçonaria e a CIA, conexões entre corpo e mente, alguns pesquisadores, muita tecnologia de ponta, incluindo os recursos de TI -tecnologia da informação- com bases de dados, links e sofisticadas ferramentas de buscas, analistas e hackers, muito sangue derramado, multi  religiões e assuntos correlacionados à família, envolvendo pai/filho. Este cara - Dan Brown- é maluco mesmo. Gosto do seu estilo de escrita, onde são deixadas janelas, abertas e fechadas, conforme a atuação dos seus personagens  bjks Marcão