segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Resenha, 2 de setembro

Grande Ulisses,

vc surrupiou o "paper" com as anotações, solicito a gentileza de remeter: os times, os resultados; e os artilheiros da rodada

grato, Marcão

Pra fazer a resenha de domingo...

O Dante falou que fez 5 preciso de confirmações

* -Assisti a bosta do jogo do Bahia, que venceu um timinho apático sem opções e jogadas, por outro lado, indignado e como jogador de frente, com a participação do cabeção Souza -dentro da área- submeto aos boleiros a seguinte pesquisa:




- Quem pode substituir o cabeção do Souza do Bahia pra jogar dentro da área:

Cara com a sorte que Deus te deu.... jamais  chore!!!




a - Marcão






b - Ad

c - Dante

Grande Marcão,

Acho que sua proposição para substituição do cabeção Souza é injusta para vocês 3, porque vocês tem muito mais técnica e bola, que se chamados para substituir o Souza, deveriam se negar.

O AD só poderia ser chamado para substituir o Sheik.

O Dante só poderia ser chamado para substituir o Barcos.

E o artilheiro Marcão seria digno de substituir o Romarinho.

E tenho dito !

Abraços, Marino


Marcão no primeiro jogo, meu time venceu o seu 3X2 e fiz os 3 com assistencias do Dr paulinho e comemorações ao estilo Jo e Ronaldinho!!. Peço a musica?
 
   Nosso time: Gaucho goleiro,Ledo,Valter,Ulisses,Patrice,Paulinho e Dante
 
   Contra: Antonio,JUrbano,Basa,Claudio,Ricardo,Ad e Marcão 
 
   Os jogos restantes,só sei que  o Wagner perdeu todas,ficou nervoso,só pq o Renato diz que ele só tem pé direito e hj tropeçou nos dois pés???
 
   Dante




Donna Summer - Last Dance

Dance Comigo: Pra relaxar: bjkas Marcão




sábado, 1 de setembro de 2012

100 Anos de Nelson Rodrigues / Complexo de vira-latas



Complexo de vira-latas
Nelson Rodrigues


Hoje vou fazer do escrete o meu numeroso personagem da semana. Os jogadores já partiram e o Brasil vacila entre o pessimismo mais obtuso e a esperança mais frenética. Nas esquinas, nos botecos, por toda parte, há quem esbraveje: “O Brasil não vai nem se classificar!”. E, aqui, eu pergunto:

— Não será esta atitude negativa o disfarce de um otimismo inconfesso e envergonhado?

Eis a verdade, amigos: — desde 50 que o nosso futebol tem pudor de acreditar em si mesmo. A derrota frente aos uruguaios, na última batalha, ainda faz sofrer, na cara e na alma, qualquer brasileiro. Foi uma humilhação nacional que nada, absolutamente nada, pode curar.


Dizem que tudo passa, mas eu vos digo: menos a dor-de-cotovelo que nos ficou dos 2 x 1. E custa crer que um escore tão pequeno possa causar uma dor tão grande. O tempo passou em vão sobre a derrota. Dir-se-ia que foi ontem, e não há oito anos, que, aos berros,




 Obdulio arrancou, de nós, o título. Eu disse “arrancou” como poderia dizer: “extraiu” de nós o título como se fosse um dente.




E hoje, se negamos o escrete de 58, não tenhamos dúvida: — é ainda a frustração de 50 que funciona. Gostaríamos talvez de acreditar na seleção. Mas o que nos trava é o seguinte: — o pânico de uma nova e irremediável desilusão. E guardamos, para nós mesmos, qualquer esperança.



Só imagino uma coisa: — se o Brasil vence na Suécia, se volta campeão do mundo! Ah, a fé que escondemos, a fé que negamos, rebentaria todas as comportas e 60 milhões de brasileiros iam acabar no hospício.

Mas vejamos: — o escrete brasileiro tem, realmente, possibilidades concretas? Eu poderia responder, simplesmente, “não”. Mas eis a verdade:

— eu acredito no brasileiro, e pior do que isso: — sou de um patriotismo inatual e agressivo, digno de um granadeiro bigodudo. Tenho visto joga dores de outros países, inclusive os ex-fabulosos húngaros, que apanharam, aqui, do aspirante-enxertado do Flamengo.


Pois bem: — não vi ninguém que se comparasse aos nossos. Fala-se num Puskas. Eu contra-argumento com um Ademir, um Didi, um Leônidas, um Jair, um Zizinho.

A pura, a santa verdade é a seguinte: — qualquer jogador brasileiro, quando se desamarra de suas inibições e se põe em estado de graça, é algo de único em matéria de fantasia, de improvisação, de invenção. Em suma:

— temos dons em excesso. E só uma coisa nos atrapalha e, por vezes, invalida as nossas qualidades. Quero aludir ao que eu poderia chamar de “com plexo de vira-latas”. Estou a imaginar o espanto do leitor: — “O que vem a ser isso?” Eu explico.

Por “complexo de vira-latas” entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. Isto em todos os setores e, sobretudo, no futebol. Dizer que nós nos julgamos “os maiores” é uma cínica inverdade. Em Wembley, por que perdemos? Por que, diante do quadro inglês, louro e sardento, a equipe brasileira ganiu de humildade.


Jamais foi tão evidente e, eu diria mesmo, espetacular o nosso vira-latismo. Na já citada vergonha de 50, éramos superiores aos adversários. Além disso, levávamos a vantagem do empate. Pois bem: — e perdemos da maneira mais abjeta. Por um motivo muito simples: — porque Obdulio nos tratou a pontapés, como se vira-latas fôssemos.

Eu vos digo: — o problema do escrete não é mais de futebol, nem de técnica, nem de tática. Absolutamente. É um problema de fé em si mesmo.

O brasileiro precisa se convencer de que não é um vira-latas e que tem futebol para dar e vender, lá na Suécia. Uma vez que ele se convença disso, ponham-no para correr em campo e ele precisará de dez para segurar, como o chinês da anedota.
Insisto: — para o escrete, ser ou não ser vira-latas, eis a questão.

Texto extraído do livro “As cem melhores crônicas brasileiras”, editora Objetiva, Rio de Janeiro (RJ), p 118/119, e ao  livro “À sombra das chuteiras imortais: crônicas de chutava”, seleção de notas de Ruy Castro – Companhia das Letras – 1993.
Nelson Rodrigues tudo sobre o autor e sua obra em "Biografias".


Grande artilheiro Marcão,

Você mais uma vez foi muito feliz em publicar o texto escrito pelo Nelson Rodrigues, na semana em que ele faria 100 anos.

A matéria foi escrita antes do Brasil conquistar a Copa do mundo de 1958 e aí podemos constatar a grande capacidade dele em escrever a realidade do futebol brasileiro daquele longínquo momento, que separava a seleção brasileira do risco de mais um fracasso instigado pelo "complexo de vira-latas", da possibilidade de finalmente transformar sua reconhecida técnica futebolística em resultado favorável ao enfrentar as grandes seleções européias como a Rússia,Inglaterra, França e finalmente a Suécia .

Na época esse realmente era o grande drama e dúvida que a imprensa alimentava na mente dos torcedores pois a derrota para o Uruguai na copa de 50 não era esquecida, muito ao contrário, era trazida à tona em todos os comentários. 

O fracasso na copa de 54, ao ser derrotada por 4x2 pela fabulosa seleção da Hungria do grande Puskas, aumentava ainda mais o complexo de "vira-latas", pois o Brasil tinha em suas seleções, craques maravilhosos como Zizinho, Ademir de Menezes, Didi, Nilton Santos, Djalma Santos, Bauer, Danilo, Zito, Garrincha e apresentava um garoto prodígio, Pelé, que reforçavam ainda mais o medo de perder, não pela qualidade dos jogadores, mas pelo decantado complexo.

E quem poderia escrever melhor sobre um drama no futebol do que Nelson Rodrigues, que em sua formação e vida pessoal passou por dramas muito fortes, como ver seu irmão ser assassinado em plena redação, por uma mulher da sociedade, que teve seu desquite divulgado e ironizado por seu irmão.

A seleção de 1958, a meu ver, foi a melhor e mais consistente seleção que o Brasil já teve. Era maravilhoso ver o Brasil que venceu a Rússia por 2x0, a França de Kopá e Fontaine, por 5x2, mesmo placar imposto à Suécia na final.

Gilmar, Djalma Santos, Beline, Orlando Peçanha e Nilton Santos
Zito e Didi
Garrincha, Didi, Vavá, Pelé e Zagalo 

Marino


Parabéns Marino texto muito bem escrito e oportuno, bjkas Marcão

Nelson Rodrigues 100 anos

O legado de Nelson Rodrigues que mudou o jeito de fazer teatro



Um século de história: Nelson Rodrigues completaria 100 anos nesta quinta-feira

Edgard Matsuki - Portal EBC

23.08.2012 - 10h48 | Atualizado em 23.08.2012 - 11h14
Escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues completaria 100 anos hoje (Cedoc/Funarte)

Marcado pelos memoráveis trabalhos no teatro e criação de crônicas, Nelson Rodrigues completaria 100 anos nesta quinta-feira (23). Nascido em 23 de agosto de 1912 em Recife (Pernambuco), Nelson Falcão Rodrigues se mudou aos quatro anos para o Rio de Janeiro. Rodrigues morreu na capital carioca em 1980, aos 68 anos.

Dono de frases polêmicas, Nelson Rodrigues foi considerado imoral e moralista ao mesmo tempo. Ninguém conseguia ficar indiferente à declarações como estas:

"O Brasil é muito impopular no Brasil"
"Toda unanimidade é burra"
"Toda mulher gosta de apanhar"
"O artista tem que ser gênio para alguns e imbecil para outros. Se puder ser imbecil para todos, melhor ainda"
"O sábado é uma ilusão"

Veja um pouco mais da história de um dos maiores nomes da dramaturgia brasileira nos arquivos de áudio e vídeo abaixo:



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Sardinha Escabeche


Sardinha escabeche na panela de pressão



Ingredientes:
- 1 kg de filé de sardinha
- 2 cebolas
- 1 tomate
- 1 pimentão verde
- 1 pimentão vermelho
- 2 colheres (sopa) de óleo (ou azeite)
- 1/2 xícara de vinagre
- 4 dentes de alho amassadinhos
- 3 folhas de louro
- 1 ramo de salsinha
- sal e pimenta a gosto.

Preparo:

Fazer uma "cama" na panela de pressão com uma cebola cortada em rodelas. Colocar as sardinhas e cobri-las com os demais ingredientes, finalizando com o óleo e o vinagre. Levar ao fogo e, quando começar a ferver deixar mais 20 minutos e apagar o fogo. Abrir a panela só quando estiver totalmente fria, de preferência no dia seguinte. É uma ótima entrada que pode ser servida com pão italiano e se conserva na geladeira por 15 dias. Não pode ser congelada.



Além desse prato ficar delicioso a sardinha tem um papel importantíssimo para o nosso organismo.
A sardinha contêm ômegas, um tipo de gordura essencial para o organismo, faz bem para a saúde. Ainda mais se o alimento possuir os três tipos de ômega: 3, 6 e o 9, nas quantidades corretas. A sardinha é uma campeã nesse quesito: como alguns pescados de águas mais frias, tem todos os ômegas na proporção ideal, além de ser uma fonte rica de proteína, cálcio, selênio, vitaminas B12 e D - nutrientes essenciais para a boa nutrição.

Os benefícios desse peixe, um dos mais baratos do mercado, são inúmeros e têm comprovação científica. Especialistas acreditam que o seu consumo seja capaz de reduzir o risco de infarto, baixar o nível de triglicérides e também auxiliar na prevenção de diabetes, osteoporose e enxaquecas. De acordo com estudo do Centro de Genética, Nutrição e Saúde de Washington, nos Estados Unidos, a gordura da sardinha é capaz de diminuir a tendência para processos inflamatórios e dolorosos, como as dores de cabeça.



quarta-feira, 29 de agosto de 2012

domingo, 26 de agosto de 2012

Resenha, 26 de agosto

Manhã de sol no CO, o artilheiro Dante foi o primeiro a chegar, depois o Marcão, Valter e Ad, já iniciamos a divisão dos times.



O Dr Paulinho chegou de viagem e compareceu juntamente com o craque Ledo, que andou se deliciando por Portugal e Espanha, ambos um "pouquinho" acima do peso.

 Craque Ledo em Santiago de Compostela.





Ad desequilibrou fez um bonito gols de pé "virado" mandando um balaço abaixo do pé da coruja, bem no angulo. O Ricardo também fez um bonito gol, batendo forte na bola e não dando a menor chance para o goleiro. O Valter jogou muito, coitado do joelho dele, deve estar a essa hora com gelo e um bom vinho comemorando a vitória Sampaulina.






O Patrice abandonado pelos filhotes - em castigo em Paris- largou a arbitragem botou seu nome na lista, foi escolhido e bateu um bolão levando seu time a vitória. O Renato -pasmem os senhores- fez um bonito gol com chute forte que entrou no angulo. O Claudião, deu uma cabeçada na bola, que vinha muito forte em sua direção, que o fez por instantes perder a noção do tempo.









O J Urbano junto com o Coelho jogaram muito, tendo até a estreia do Coelhinho, que jogou bem.




O Basa recebeu uma bola em assistência e não perdeu tempo tocou a bola bem no cantinho. O Marcão mal conseguia andar em campo -forte resfriado- não vendo a hora para que o jogo logo terminasse.

Quatro jogos na sequência e sob um sol muito forte e tempo totalmente seco e empoeirado e domingo de futebol se acabou, lembrando que no dia 12 de setembro é dia de Quarta Nobre, no Marinos Parks de Vinhendo. bjkas Marcão

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O craque Leivinha homenageado pelo Dante

Os craques Leivinha e Ad ao lado do Marcão, risos



O artilheiro Dante homenageando o ex jogador Leivinha do Pameiras


domingo, 19 de agosto de 2012

Resenha, 19 de agosto


Senhores

Nada de excepcional neste domingo, exceto o meu tombo bem antes de iniciar o primeiro jogo, golpe traiçoeiro de um buraco camuflado. Capotei com as quatro patas, mas me recompus com a agilidade costumeira.

Nos jogos tudo normal –
Witor, Zé Carlos e Coelho eleitos como os grandes vilões, sendo culpados pelos gols perdidos pelos gols tomados e também pela greve dos funcionários federais.

A Quarta Nobre foi um sucesso e será repetida no próximo dia 12 de setembro, para  a qual já estão abertas as inscrições. Segundo os participantes, melhor do que jogar numa manhã de 4ª feira é sair do prédio de chuteiras e cruzar com aquele vizinho-mala de terno gravata e maleta de Notebook.

Estranhamente nos últimos 3 domingos tivemos presença baixa, com dois times e mais uns dois ou três para o 3º time. Gostaríamos de ter uma manifestação dos ausentes sobre se voltarão ou se passaram para o balet clássico: Dante, Everton, Felipe, Guerra, Ledo, Paulinho, Ranhan, Thiago.

O próximo domingo é o último de agosto e como sempre ainda temos alguns que não se lembraram do pagamento da mensalidade. Pedimos encarecidamente que no domingo compareçam munidos dos valores, pois temos que pagar o mês de setembro.

Abraços e boa semana a todos, Claudio


P S – Patrice volta por favor; as arbitragens neste domingo foram ótimas, sem polêmicas o que não faz nenhum sentido...

Algumas Observações: Manhã de sol no "CO", quase 3 times formados, o primeiro jogo empatou em 3 a 3. No segundo jogo houve empate, mais dois jogos e o futebol deste domingo se acabou. O Marino e o Valter fizeram uma boa partida comandando as suas defesas.

Sendo -quase- sempre repetitivo afirmo: o futebol é jogo de conjunto, alguns mais jovens deveriam ter uma bola especial para praticarem o jogo sozinho, pois, quando pegam na bola, demoraram em demasia pra soltar, e tentam isoladamente vencer o jogo.

Tudo errado futebol não é força física, quem deve -sempre- correr e a bola e somente ela. Estou falando em termos da dificuldade que poucos tem no sentido de passar a bola, preferem carregar e quase sempre perder. As vezes fico com o pescoço doendo em ver as bolas passarem, alto e até por cima da cerca. bjkas Marcão




sábado, 18 de agosto de 2012

Estatua do Pelé atropelada


Em Santos, motorista perde controle de caminhão e atropela estátua de Pelé

Monumento caiu no chão e teve as mãos da estátua quebradas em acidente neste sábado

Gazeta 
Reprodução/Facebook
Estátua de Pelé danificada após acidente em Santos


Localizada em uma praça na Avenida Epitácio Pessoa com o Canal 5, em Santos, a estátua de Pelé foi atropelada por um caminhão desgovernado, por volta das 8 horas da manhã deste sábado. O monumento em homenagem ao maior ídolo da história do Santos caiu no chão e quebrou em algumas partes.

Coluna do Marino


Vejam o vídeo da reportagem apresentada pela Globo sobre o show do Maurício, em homenagem ao Elvis na quinta-feira.

O Elvis não morreu mas o Maurício quase...risos

Mesmo assim o Marcão não perdoou e mandou prá dentro...

http://g1.globo.com/bom-dia-
brasil/videos/t/edicoes/v/fas-rendem-homenagens-ao-rei-do-rock-no-dia-da-memoria-de-sua-morte/2094028/


Abraços,
Marino





Grande Central Marino, brigaduuuu o Mauricio é um grande cara e boleiro dos Bons, bjkas Marcão

Vale a pena clicar no link pra ver...




Fãs rendem homenagens ao 'Rei do Rock' no dia da memória de sua morte

Poeta Olavo Bilac

Valorize

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac,
abordou-o na rua:

- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o Senhor tão bem
conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:

"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os Pássaros ao
amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes
Águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra
Tranqüila das tardes, na varanda".

Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

- Nem pensei mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que
percebi a maravilha que tinha !

Às vezes não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos
longe atrás da miragem de falsos tesouros.

Valorize o que tens, as pessoas, os momentos...Tudo passa tão rápido!
Perdemos tesouros enquanto colecionamos pedras... Procuramos no
quintal o trevo de 4 folhas enquanto a felicidade esta lá na frente

batendo a nossa porta.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Quarta Feira Nobre



Grandes Marino, Basa e demais vagabundos da Quarta Feira Nobre,

Associação dos Boleiros Vagabundos da Quarta Nobre


Parabéns estava muito gostoso, o nosso dia dedicado a nós mesmos, maravilha, futebol de primeira linha, boas partidas jogadas, divisão dos times quase perfeita, com direito a muitos gols. PS: Faltou o Vasco na foto era o fotografo.




Tivemos de tudo um pouco: O novo artilheiro coruja, que com o seu “pio” incessante quase foi alvejado por um vizinho parrudo do sítio ao lado do “nosso” risos, o referido que também já teve o apelido de cai cai, é velho conhecido, Dona YaYa da maiosene.


O Dr Ad conectado direto com o ministério público, a todo o momento caia pela lateral olhando pro Celular pra ver quem estava ligando. –Seriam cobranças ou namoradas do facebook.







O Vasco, carioca da gema radicado em Sp, jogou no gol e também na linha, na verdade é um apreciador da culinária, bom degustador, jogou muito e comeu pra cacete.







O Dentista/Músico, fazendo tratamento da próstata, foi acometido de um desmaio súbito, mesmo assim o Marcão –gritou desmaiado o caralho- e pimba no gol de empate, risos.





Marcão preocupado pensando no coitado do Francês...


Bando de fdp..s......isso tudo é pecado....deus há de castigá los... Patrice






O Marino chegou por duas ou três a virar o boné, arrepiando. O Basa fez o tradicional, sempre tocando. O Valter de namorado novo jogou muito, levando o time a vitória por algumas vezes. Sensacional, 12 vagabundos divididos em dois times de 5 na linha mais um no gol em revezamento.





O almoço, cantina escolhida pelo Marino, muito boa, tomamos algumas geladinhas e “batemos” um rango de primeira acredito que no Restaurante permanecemos por mais de 2 horas com direito a show de piadas e muitas e muitas risadas.



Vejam em detalhe o sorriso do novo Namorado do Valtão...

À volta: Abraços gerais e saudações e já agendada a próxima partida para o mês de setembro, e caminha de casa por volta das 15:hs.

Bjkas Marcão

Aviso: O grupo praticamente “está” fechado aos que quiserem aderir a partir de setembro, foi determinado que deve haver uma taxa – jabacule- de adesão.

Aguardem tudo isto foi documentado em fotos pelo Marino, aguardem...

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Ricardo Rocha faz Romário se contorcer de rir


Ricardo Rocha faz Romário se contorcer de rir




Dezessete anos depois, os vídeos gravados com exclusividade pelo iG no vestiário do amistoso da seleção de 1994 em Manaus, mostram que os jogadores mantém a proximidade e ainda se divertem muito juntos.

Na filmagem acima, o zagueiro Ricardo Rocha conta como ele e Branco conseguiram escapar de uma multa da polícia na Copa do Mundo de 1994, nos EUA, após entrarem em uma contra-mão.

“Dez mil carros vindo, e só eu e ele indo!”, diz, para a gargalhada geral.

Em um momento, diz que o policial os liberou ao saber que eram da seleção e, brincando, sugere que o oficial nem sabia quem era Romário, a grande estrela da equipe e eleito o melhor jogador do mundo naquele ano.

O vídeo mostra por que Ricardo Rocha era considerado um dos maiores animadores de ambiente daquela seleção.

Ele faz Romário gargalhar e nem o normalmente sisudo Dunga, ex-treinador da seleção (em 2010), segura o riso.

Usain Bolt em quatro atos


Usain Bolt em quatro atos

"As pessoas dizem que sou uma lenda, mas não sou. Não enquanto não defender os meus títulos olímpicos. E eu quero ser uma lenda."

Pequim, 2008. 

Usain Bolt assombra o mundo ao correr os 100 metros em 9s69. Novo recorde mundial e Olímpico. O jamaicano cruza a linha de chegada batento no peito, olhando para os lados, mostrando ao planeta sua superioridade. Uma das cenas mais impressionantes da história olímpica.

Agora tente se lembrar quem estava no pódio ao lado dele. Asafa Powell? Não, ele ficou em quinto. Tyson Gay? Também não, ele nem sequer foi à final. Justin Gatlin? Imagine... o campeão de 2004 estava banido por doping.

Em 2008, a prata ficou com Richard Thompson; o bronze foi para Walter Dix.

Mas foi a prova de Bolt. Do indiscutível e incontestável Bolt.

Berlim, 2009. 
Usain Bolt larga mal, como de costume. Mas toma o comando da prova já nos 40 metros. Aos 50, olha para a esquerda e vê Asafa Powell e Tyson Gay. A briga dos dois é pela segunda colocação. O campeão olímpico corre para ser, também, campeão do Mundial.

A disputa era Bolt x Bolt. E o homem mais rápido do mundo corre os 20 metros finais olhando para o placar que fica logo após a linha de chegada.

Quando a tela trava em 9s58, novo recorde mundial, o jamaicano grita.

Mais uma vez, a prova era de Bolt. O indiscutível e incontestável.

Daegu, 2011. 
Usain Bolt chega à final com o terceiro melhor tempo das eliminatórias. 10s05, com o tradicional trote nos 30 últimos metros.

Na final, Yohan Blake, na raia 6, faz um leve movimento no bloco de partida.

Bolt, na raia 5, é enganado pelo ato reflexo. O homem mais rápido do mundo age rápido demais, queima a largada e acaba eliminado. Blake, companheiro de Bolt nos treinos e no revezamento jamaicano, vence a prova com 9s92.

Mas só se fala em Bolt. Seria ele tão indiscutível e incontestável assim?

Londres, 2012. 
Usain Bolt chega à segunda Olimpíada como um dos principais atletas dos Jogos. Com a despedida de Michael Phelps, no sábado, torna-se a grande estrela da competição a partir de domingo.

O Estádio Olímpico está lotado. São 80 mil pessoas e apenas um assunto. O homem mais rápido do mundo. Estaria Bolt com 100% da capacidade física? Poderia Yohan Blake surpreender o planeta? Será que ele vai queimar a largada de novo?

O telão e os autofalantes pedem silêncio. Bolt, também. O campeão está solto, sorri para as câmeras; parece pronto para se divertir.

A largada é ruim - que novidade! - e o time de opositores nunca foi tão forte. Asafa Powell, Yohan Blake, Tyson Gay, Justin Gatlin, Ryan Bailey, Richard Thompson e Churandy Martina.

Mas os outros sete atletas que estão na pista só fazem parte da visão periférica de quem está nas arquibancas. Os olhos procuram por Bolt, e o recordista mundial precisa se esforçar. Sem batida no peito, sem olhares para os lados, sem a facilidade que marcou as conquistas anteriores, Usain Bolt é bicampeão olímpico dos 100 metros.

Sete atletas correm abaixo de 10s, fato inédito. Blake, o segundo, faz a nona melhor marca da história, igualando o melhor tempo da vida. Justin Gatlin corre em 9s79, também o melhor tempo da vida. Tyson Gay passa em 9s80, perde a medalha e chora. Asafa Powell sente uma lesão na virilha e se arrasta até a linha de chegada; depois, fica agachado na pista, olhando a festa dos vencedores.

Mas só se fala em Bolt.